Get Paid To Promote, Get Paid To Popup, Get Paid Display Banner
Showing posts with label Relação Amorosa. Show all posts
Showing posts with label Relação Amorosa. Show all posts

Fotos do Casamento de Adriane Galisteu



Adriane Galisteu, enfim, se casou no religioso com o empresário Alexandre Iódice. A festa aconteceu, sábado de manhã, no Spa Sete Voltas, em Itatiba, São Paulo. Os dois, que já haviam se casado no civil, em junho, chegaram juntos com o filho, Vittorio, de 4 meses, que foi batizado na festa. Todos os convidados estavam de branco a pedido da noiva. Claudia Leitte, madrinha de Vittorio junto com Nelson Sacho, assessor de Galisteu, chegou atrasada à cerimônia. Triste, a cantora, que estava acompanhada do marido, Marcio Pedreira, e do filho, Davi, disse que depois vai se entender com com o afilhado. "O Nelson (Sacho, assessor de Adriane e padrinho de Vittorio) teve que batizar ele sozinho. Depois vou ter que dar um jeito de mergulhar com ele em algum lugar para me redimir", disse Claudinha.






















A cantora, aliás, fez questão de justificar seu atraso. "A gente ia vir de helicóptero, mas o cara ligou em cima da hora para dizer que não dava pra vir. O motorista não estava com a gente, teve que vir de outro lugar. E ainda nos perdemos. Foi uma correria, parecia noiva em fuga, cena de filme. Fiquei muito chateada, tive uma TPM fora de época", contou.



Galisteu ainda pensou em atrasar o evento para esperar a madrinha, mas desistiu e acabou subindo ao altar às 11h40m. "Pensei em começar o batizado um pouco mais tarde, mas estava agoniada por causa do Vittorio. Liguei para ela e falei para ficar tranquila. Ela continua sendo a madrinha", disse a loura.



Coração Partido pode matar


Agora é oficial. Coração partido, dor da perda, pode até mesmo matar. Leiam a reportagem sobre o estudo que foi feito.








Um estudo da Universidade de St. Andrews constatou que coração partido pela perda de um ente querido pode mesmo levar a morte. A pesquisa analisou 58 mil casais desde 1991 e de acordo com o Paul Boyle, pesquisador responsável, muitos passaram pelo “efeito viuvez”.


Entre os participantes 40% das mulheres e 26% dos homens faleceram até três anos após a perda do marido ou esposa. E 12 pessoas inclusive morreram no mesmo dia. As causas das mortes incluíram desde câncer e problemas do coração, até suicídio.


Dado o alto número de pessoas afetadas encontrado na pesquisa, Boyle disse que só reforça a ideia de que pessoas em período de luto devem ser acompanhadas, de preferência com suporte profissional, pois trata-se de um período muito difícil e propenso a complicações.


*Imagens: reprodução

Morar junto sim, casar não!




The New York Times



Casamento


(Jupiterimages)





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos






Os Estados Unidos ultrapassaram um importante limiar conjugal em 2009. O número de jovens adultos que nunca se casaram superou, pela primeira vez em mais de um século, o de casados. 





O declínio no número de casamentos já vinha há longo prazo, mas se acelerou durante o período de recessão, de acordo com novos dados do censo americano. Atualmente, há mais casais adiando o casamento ou até simplesmente optando por viver juntos sem oficializar a relação.





"As pessoas não têm certeza sobre estabilidade no emprego e muitas estão desempregadas", disse Mark Mather, do Population Reference Bureau, um grupo privado de pesquisa que analisou os dados do censo. "Casar é obviamente um grande passo e, se você não está confortável sobre seu futuro, faz sentido adiar uma decisão importante como essa."





Will McElroy, 26 anos, de Atlanta, namora Ann há três anos. O casal discutiu o casamento, mas ele perdeu o emprego de programador de computadores este ano e agora está mais focado na busca de trabalho do que em planejar o futuro.





"Sim, definitivamente é preciso dinheiro para casar", disse ele. "Ser casado significa comprar uma casa e ter filhos, certo?" Yara Holt, que organiza casamentos em Saint Louis, disse que um casal havia acabado de cancelar a cerimônia para 230 convidados. "Eles simplesmente decidiram que não iriam gastar dinheiro agora", disse. 





Entre a população total de 18 anos ou mais, a proporção de homens e mulheres casados caiu de 57% em 2000 para 52% em 2009 – o menor porcentual desde que o governo começou a coletar dados, há mais de 100 anos. A porcentagem de mulheres adultas casadas caiu abaixo da metade, para 49,9%.





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos. 





"É um erro pensar que todas as pessoas não casadas estão solteiras", disse Cherlin. "Muitos vivem com seus parceiros." Isso é especialmente verdadeiro, disse, entre os que não têm títulos universitários, que costumam esperar até que tenham segurança econômica para se casar. 





Joel Greiner, diretor de aconselhamento da Jornada, uma igreja de Saint Louis, disse que cerca de um terço dos casais em sua congregação vivem juntos antes do casamento. Para ele, falar de economia pode dissimular a questão principal. "Tem mais a ver com medo da intimidade e do casamento em si", disse. 





Segundo os dados federais, a proporção de jovens adultos que nunca se casaram aumentou de 35% no começo da década para 46% em 2009. 





O levantamento mostra, ainda, que tem havido grandes diferenças raciais nas taxas de casamento, com os negros muito menos propensos a se casar do que os brancos. Essa diferença, contudo, vem diminuindo à medida que as uniões informais se tornam mais populares entre os brancos, disse Cherlin. E muitos jovens adulto, segundo ele, estão adiando o casamento, sem renunciar a ele. 





McElroy, em Atlanta, disse que iria começar a pensar em casamento assim que encontrar um emprego e a economia se recuperar. "Não é muito romântico, é?", disse, com uma risada. 





Fonte: Veja on line


Sonhos que não se realizam são as principais causas de divórcio

Atualmente, a sociedade lida com a separação com mais naturalidade do que há algumas décadas. As crises conjugais não acontecem de repente, são construídas ao longo do tempo através das insatisfações, mágoas e ressentimentos que ocorrem na história do casal. 




Cada casal tem o seu motivo para pensar na separação. Podem ser traições, ciúmes, vícios, violências, interferência familiar, sexo, dificuldades financeiras, ou simplesmente o descontentamento sobre o modo que a relação que foi construída. 


Quando o dia-a-dia mostra que há mais dor do que prazer, mais mágoas do que alegrias, mais brigas do que conversas, a relação não está satisfatória. Nesse momento, é preciso cuidar do relacionamento para não transformar uma crise conjugal numa separação.
As pessoas buscam no casamento suas completude e idealizações em relação ao parceiro, mas em uma união isso ocorre apenas de modo parcial. Ao se frustrarem diante dessa parcialidade, muitas vezes elas não conseguem manter suas relações conjugais por não suportarem essas angústias. 


Na separação, os desejos e as idealizações de cada cônjuge foram frustrados. Se o grau de frustração não é suportado, e deixar de viver com o parceiro torna-se uma solução possível para lidar com tais angústias. Há dor pela perda dos sonhos, dos desejos, das idealizações e da companhia do parceiro. 


Por isso, a separação necessita de um trabalho de luto para ser vivenciado. Emoções como a raiva, tristeza, sentimentos de abandono, injustiça mobilizam os parceiros, cada qual com suas queixas e ressentimentos. Por fim, quando ocorre a aceitação do rompimento, surge a possibilidade de construir uma nova vida, e criar novos investimentos.  


Não há uma hora certa para se separar. As dificuldades encontradas nas relações devem estar claras, e a partir disso, o casal deve buscar as soluções para os conflitos. A decisão pela separação deve ser tomada como o resultado de um processo.



É importante que o casal possa avaliar os significados tanto do casamento quanto da separação em suas vidas. Muitas vezes, o sofrimento é intenso nesse momento da vida, e nem sempre se dispõe da necessária tranquilidade para uma decisão adequada. A ajuda psicológica através de um profissional especializado é importante para que a relação caminhe para uma trilha mais adequada aos parceiros. 


Texto de Claudia Finamore
Especialidade: Psicologia

Solte a dor que existe em você

 Texto interessante da Rosana Braga. Dito assim parece tão fácil não é mesmo?

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXNgEHwCqi8Hpq_i53UvFThRxco4WiNQ_5zQgShlemn4sOQ6GEFL0uifMBqmbbnZa5yUyIjUcTlVW8ThLeeuNWWfVvRsGowWCHJFQfkeouCEm578O51qqhSpSUAT0uGpmgMNmmTSdpu2fA/s400/dor.jpg

Tá doendo?!? Então, solta!!

Por Rosana Braga


Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua? 
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.
 
Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.
 
Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.
 
Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?
 
Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!
 
A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!
 
Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!
 
Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo...

 
Rosana Braga

www.rosanabraga.com.br

Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros.

Por que é difícil esquecer um relacionamento segundo a neurologia





O amor já era, mas o frio na barriga continua. Mais forte que o desejo de esquecer é a sensação física que volta no fim: coração a mil, adrenalina, borboletas no estômago. Para superar isso, os médicos indicam: deve-se reforçar as emoções negativas ligadas à pessoa e mudar o foco. É, arrumar outro amor.






"Do ponto de vista cerebral, ficar só não ajuda a superar [o fim do caso]", diz o neurologista Antoine Bechara, da Universidade de Iowa (EUA). Parte da dificuldade, segundo Bechara, é que essa situação gera um conflito cerebral. Mesmo que o amor já tenha ido para o brejo e que as lembranças negativas estejam presentes, há uma impressão - nada a ver com as memórias guardadas no cérebro - que dispara aquelas reações corporais lá do alto.


Ele explica que no circuito neural há dois sistemas. Um deles passa pela amígdala, é responsável por respostas corporais involuntárias, como bolhinhas no estômago. O outro sistema passa pelo córtex pré-frontal, região que traz à tona as lembranças do ex, mesmo que a pessoa não faça mais parte da sua vida.


"Seu amor pode ter azedado, mas o cérebro continua a mandar os estímulos [que causam reações físicas] ainda que ele tenha as lembranças ruins do relacionamento. As impressões formadas no namoro ficam no cérebro."




As próprias reações físicas também podem ser interpretadas como uma forma de sentimento, o que realimenta o circuito. "A reação seria suficiente para configurar um sentimento? Não é necessário o objeto daquele sentimento estar presente?". As impressões residuais e essas reações físicas "sequestram" os pensamentos.


Não precisam da nossa intenção para aparecer, o que dificulta a mudança de foco. Mesmo quando não se está pensando na pessoa de propósito, o sentimento volta e toma o corpo de assalto.


Por isso também é que o tempo pode não dar conta do recado, ao menos do ponto de vista neurológico. "Não apaga. Esse sentimento é próximo ao dos vícios", diz.


Se o ex está por perto, então, é pior. Como para o alcoólatra, basta um deslize para que aconteça a recaída. O neurologista André Palmini, da PUC-RS, lembra que essas reações são similares às do começo do amor. "É sinal de que há uma ameaça." As borboletas no estômago fazem uma curva durante o namoro, diz Palmini: surgem no início, declinam no meio e voltam no final.


EMPATIA É SINAL DE UNIÃO DURADOURA






A capacidade de entrar em sintonia com os desejos do parceiro é a marca do amor duradouro. No cérebro de quem está apaixonado, ocorre a ativação do sistema de recompensa. Esse sistema é mais "primitivo": leva o ser humano a buscar comida, proteção e sexo. Quando o sentimento evolui, regiões mais refinadas são acionadas. São áreas menos relacionadas a emoções básicas e mais ligadas à empatia.






Texto escrito por DÉBORA MISMETTI publicado na Folha.com

Perfil psicológico de relações conjugais em crise





Para alguns casais, conflitos conjugais representam sinais de que não há mais motivos para insistir na união. E assim foi na vida da ex-modelo Luiza Brunet, que se divorciou do marido, Armando Fernandez, após 18 anos de casamento.

"A longa convivência faz com que o casal perca o interesse social e sexual. Tudo enjoa", diz ela. "A mulher se lembra de datas importantes, o marido não. Ela quer dar atenção à casa e aos filhos, ele se esquece disso. E um acaba indo para cada lado", continua.



A dificuldade em dividir os encargos domésticos também abalou o relacionamento da arquiteta Daniela Mariano, de 31 anos, que durou seis anos. "Enquanto não tínhamos filhos era tudo ótimo, mas depois a coisa mudou. Comecei a ter de abrir mão da vida; deixei de ser mulher para ser companheira. A gente foi se distanciando", conta.



E, com a separação, cada um recomeçou a vida, de formas diferentes: o ex-marido encontrou outra parceira, Daniela apostou no trabalho. "Ele me segurava muito nesse lado profissional. Hoje, sou muito mais feliz e realizada", garante ela.



A história do casamento que parecia ser um conto de fadas e foi atropelado pela realidade se repetiu para a educadora Margarete Paulino, de 41 anos. Após seis anos de casamento e dois filhos, o amor acabou. "Resolvi sair de casa porque já não havia o que compartilhar. As pessoas melhoram com o tempo, mas ele estacionou. É um ótimo pai, mas como marido faltou responsabilidade no dia a dia e maturidade."



Para facilitar a vida dos casais, a terapeuta Tânia Muller Valiati, coordenadora do centro de psicanálise Espaço Viver Zen, aponta o perfil psicológico das relações propensas às crises:



Sadomasoquista - Quando um parceiro depende do outro para viver



Narcisista - Nos casos em que há um parceiro dominador, que suga a energia do dependente para sentir-se bem



De transferências - Para relações em que marido e mulher invertem seus papéis



Papai e mamãe - Quando os casais excluem o tesão da relação


Fonte:Site do Terra

04 dicas para saber se ele está a fim de você

Dicas Totalmente Verdadeiras, meninas!
Dica 1: aprenda a ouvir o silêncio da rejeição



Mulher apaixonada não sabe ouvir um “não”! Pior ainda se você, menina, se enquadra na transa, na ficada de uma noite. O silêncio no celular feminino que sucede uma beijoca é a maior das torturas. “Ele não ligou, mas vai ver que…”



… vai ver que nada, minha Esmeralda. Passou um, passaram dois dias, três dias no máximo, o vibracall não fez cócegas? Esqueça! Homem apaixonado procura. Homem apaixonado não espera. Homem apaixonado é um jamaicano: corredor, veloz, olímpico, campeão, sorridente.



Minha Pequena, a grande qualidade do macho é o orgulho. Um homem, e somente um homem, poderia ser Napoleão. É só engolindo três colheres de traições, umas duas de intriga, uma fatia de ilusão perdida com aquele açucarzinho de inveja e amores perdidos, que se chega à educação sentimental de um sujeito não depilado.



Dica 2: ter esperança engorda



O homem enxuga a alma com cerveja e futebol. E com guerra, bomba atômica e bravata. Essas coisas comezinhas da vida… Tomamos um fora? Pode até doer, vai doer, mas seguimos adiante. É preciso usar cuecas, chuteiras e meião para tocar a bola para frente. Fazer a fila andar.



Vocês deviam aprender isso. Somos bons nisso. Nossa dieta sentimental é potentíssima. É preciso, de novo, ter orgulho para, mesmo querendo, mesmo mendigando de vontade por um sorriso daquela garotinha, pedir a conta ao coração e ordenar ao cérebro para buscar o carro no valet e partir para a próxima boate.



Faça isso. Não dê de comer à sua dor. Para os moços, uma rejeição será sempre guardada no bolso, na carteira, entre a camisinha e o Visa Electron. A gente aprendeu molequinhos que alimentar a esperança deixa o corpo gordo.



Dica 3: os sinais masculinos são claros



Minha Pieta, ao contrário de vocês, moças, que sabem disfarçar o interesse nos jovens mancebos, a natureza não proveu o Juquinha Sapiens com sagacidade, astúcia e destreza. Nossa tática é derrubar o copo. É apertar os bumbuns. É chutar o balde, a canela e o cano. É dizer ou deixar claro, mesmo com o mais tonto dos e-mails, que, sim, estamos a fim de você. Aliás, perceba: quase nunca um homem é simpático por ser simpático. Atrás de cada sorriso masculino, guardada por aquela coluna de dentes, há uma língua e uns três litros de vontade de te fazer deitar na nossa ladainha.



Isso quer dizer que, se a gente estiver mesmo a fim de vocês, seremos chatos e inconvenientes. E claros! Não sabemos disfarçar empolgação. (O que é bem legal quando o sentimento é recíproco: vocês vão curtir serem paparicadas o tempo todo. E a gente vai adorar tomar “um banho de água fresca no lindo lago do amor”).



Dica 4: a vida é encrenca



Quando a gente não quer te amar e você insiste, a nossa caminhada alegre rumo à morte se torna velocíssima. Tudo se torna inferno. Eu não quero você no inferno. O inferno só rende bronzeado. Não faça isso com sua alma! Passe vergonha e protetor na cara, e anote os sinais óbvios que a gente dá, a mensagem óbvia que você não quer ler. Um fora masculino vem basicamente de três formas:



– Se a gente não estiver namorando ninguém, vamos alimentar suas ilusões em troca de passeios ocasionais ao motel. Você vai tomar isso como sinal de amor, e vamos nos aproveitar disso;



– Se a gente nem quiser ver sua fuça, vamos inventar desculpas bizarras para não sair com você, do tipo: “vou assistir a reprise de Coritiba x Nacional de Rolândia na casa do primo do meu amigo. É decisão! É decisão e o juiz marcou um gol!”; “vou pescar no Rio Tietê”; “vou viajar a negócios pro Haiti”. Vai do seu nível de semancol se ligar que o cara está te dando o fora sutilmente, sem querer te magoar



- Eventualmente, faremos coisas que nem percebemos. O famoso movimento “dando milho aos pombos”. Vamos mandar algum e-mail curto e coletivo sobre uma exposição qualquer e você achará que isso é um sinal de satélite para renovar a chance do “nosso amor”. Não e mil vezes não! Se você já se mostrou disponível e ele não foi direto, mil vezes: ELE NÃO TE QUER!



- E não esqueça: a “última que morre” também morre. Não regue demais a esperança. Aprenda que é da vida. Que tudo passa, tudo é passageiro, motorista e cobrador. E que a Beth não Farias diferente. Nem o Reginaldo. Deixa pra lá. Você tentou, você disse, você deixou claro, ele não embarcou na sua jangada?



Enfia minhoca no anzol e taca linha no mar. É hora de tentar uma nova sardinha.


Fonte: Marie Claire

Confiança: o inimigo pode dormir ao seu lado







Vou falar sobre um tema estranho e ao mesmo tempo tão comum aos dias de hoje: confiança. Na verdade, a falta dela. Confiar em alguém é algo bonito não é mesmo? Você deposita sua confiança, conta seus segredos, sonhos, desejos, troca confidências e tudo o mais. Entre amigas, isso é fato corriqueiro, como também o é mudar de melhor amiga. Na adolescência então, o que a gente troca de amiga é que nem troca de roupa. Mas e quando o ser que você deposita sua confiança é o seu companheiro de anos? Bom confiar em alguém que dorme conosco, que nos faz carinho e tudo o mais...porque quando você deposita seu amor em outra pessoa, acredita que ela seja especial, diferente das outras pelo menos. Mas de repente você descobre que nada do que você acreditava nesse sentido era verdade e isso te modifica pelo resto da vida. Modifica o teu ângulo de visão sobre a vida, sobre as pessoas.



Conhecemos as pessoas más pelos jornais, revistas e televisão. E usando o termo "aconteceu lá, não vai acontecer comigo", a gente vive.Sobrevive.Sem saber que o inimigo dorme ao seu lado...

Fui casada por cerca de onze anos com um homem que me dizia todos os dias que me amava. Nunca dormi sem ouvir "eu te amo, amor" e eu respondia:"eu também". Nem quando ele estava viajando.Nenhuma das minhas amigas casadas tinha algo assim. Muitos homens amam, mas falam pouco sobre isso não é? Pois bem,ouvir isso todo dia te dá uma confiança maravilhosa de que se é amada, não tenha dúvidas. Ouvir quando eu tinha ciúme de alguém: "Amor, mal dou conta de você, imagine de outra" ou a pessoa quando estava comigo nunca olhar pras outras na minha frente,(diferente de outros homens safados que paqueravam na frente das mulheres), ou ainda chegar sempre em casa cantando: "amore mio, cadê você?" tudo isso somando dá a qualquer pessoa a certeza do amor. Presentes, almoços e jantares no dia do aniversário, cartões e mensagens no celular faziam parte do meu cotidiano.Então, eu confiava. Cegamente.E trabalhava,...Meu Deus, como eu trabalhava...três períodos e ainda vendia roupas, tudo para termos uma vida pelo menos decente para nós e nossos filhos.



Quando minha filha caçula nasceu tive depressão pós-parto aliada a uma estafa gigantesca. Por causa de um preconceito besta dele fui me tratar com um neurologista, o que me agravou o estado. E dele eu só ouvia que ia passar porque ele me amava e pronto.Não passou, pelo contrário, piorou.E fui relegada a um segundo plano em tudo, com a desculpa de que estava "doente" ele recebia meu salário e gastava como queria.Toda essa situação foi,é claro, chegando a um extremo.Tive um colapso nervoso e pedi que ele saísse de casa, porque com ele eu não melhoraria. A saída dele, embora tenha sido algo extremamente doloroso, também me mostrou com quem eu estava casada. Ele tinha uma amante da metade da idade e, como sempre acontece, todos sabiam, menos eu. Com a saúde abalada, ainda ouvi dele que ele não tinha condições de cuidar de "gente doente" e que o que queria era "viver". Fiquei perdida. De repente, o homem que eu confiava, que se mostrava um homem íntegro, que não gostava nem que eu dissesse palavras ou expressões xulas (a demagogia em pessoa) se mostrou a mim e aos meus filhos como realmente era.

Mesmo depois de um certo tempo, quando ele quis voltar e se dizer arrependido, não havia mais jeito.Confiança quebrada dessa forma não se estabelece mais o elo. Eu teria perdoado a traição, tranqüilamente. E que homem não trai? Mas perdoar tantas mentiras e a omissão com minha saúde, com os filhos,com as contas e outras tantas coisas que descobri não havia jeito.







Uma relação a dois se faz de companheirismo. Acredito que um cuida do outro. Além de amor, o casal tem que ter amizade. Quando um só enxerga o seu caminho, já passou da hora de estar sozinho. Ou, pelo menos, não comigo ou com você!



Hoje sou uma pessoa bem diferente do que fui. Mais segura de mim, do que quero, do que gosto. E acredito ainda que existam homens em que se pode confiar, mas são raras exceções da natureza.



E você? O que acha?

A infidelidade conjugal em oito países

Nos Estados Unidos é ter alguém por fora. Suecos e russos viram furtivamente à esquerda. Os israelenses chamam de comer de lado. Os japoneses, sair da estrada. Enquanto na Irlanda eles jogam à direita, na Holanda não só ficam estranhos, como também beliscam o gato no escuro. Aqui no Brasil, pulamos a cerca. Expressões bizarras e surreais para o um dos atos mais condenados abertamente e praticados secretamente no mundo: o de trair o seu cônjuge. Apesar do cristianismo, judaísmo e islamismo, as três maiores religiões do mundo, condenarem o adultério, homens e mulheres, sejam de que cultura ou localidade forem, traem ou conhecem alguém que o fazem ou foram traídos. E os motivos são muitos: de é uma tórrida relação sexual, à busca de um romance ou o preenchimento de alguma lacuna em sua vida conjugal.
A jornalista americana Pamela Druckerman resolveu investigar justamente o conceito de infidelidade em oito países do mundo e relatou suas descobertas no recém lançado livro "Na Ponta da Língua" da Editora Record. O interessante mesmo é verificar, através da leitura, as diferenças entre os países. Em alguns lugares como na França, por exemplo, esbarrou com um preconceito em relação ao termo infidelidade, considerado ofensivo e preso a conceitos religiosos. O melhor naquele país é chamar de multirrelacionamentos simultâneos. Já no Japão a própria noção de culpa é desconhecida. Algumas conclusões são realmente curiosas, como você pode conferir abaixo:
Estados Unidos
Quem já assistiu à sensacional série Mad Men, passada em 1960, pode ver homens e mulheres em relações extraconjugais quase que o tempo todo. Ao entrevistar senhoras aposentadas vivendo hoje na Flórida, Pamela verificou que é os anos dourados da Era Kennedy foram assim mesmo, mas hoje o mais poderoso país do mundo vive uma revolução conservadora e trair é um dos mais graves pecados, porque envolve o ato de mentir. Atolados na culpa, especialmente graças à influência da filosofia protestante, o americano adúltero esconde seus casos até mesmo de seus amigos mais íntimos e milhares de "consultores conjugais" criam seminários, livros e grupos de apoio para evitar que alguém saia da linha.
França
Apesar da fama de liberal e da infidelidade parecer ser um esporte nacional, a jornalista viu que os franceses sim, ainda sustentam a monogamia fiel como o ideal para um relacionamento a dois. Existe, porém certa tranqüilidade em relação ao adultério sustentada pela política do "não pergunte, não fale". Um dos conceitos mais interessantes é que para os franceses o adultério só acontece quando o parceiro descobre, ou seja, quando os sentimentos da pessoa oficial são afetados.
Rússia
Durante o período comunista, onde o estado controlava tudo, sexo fora do casamento era uma maneira de burlar o sistema e discretamente "atacar" o governo. Hoje em dia, é quase que uma obrigação. Um dos motivos é a baixa expectativa dos homens, com uma média de 46 russos para cada 100 russas ao atingirem 65 anos, Com isso, muitas mulheres não se importam em se relacionar (ou até mesmo seduzir) homens casados e suas esposas preferem fechar os olhos em relação às puladas de cerca do marido e garantir o estrogonofe nosso de cada dia.
Japão
Primeira grande surpresa: no Japão é praticamente inexistente a oferta de camas de casal. Ainda trazendo tradições da época do xogunato, a mulher é anulada dentro do casamento e não há uma relação amorosa. Acontece que enquanto os homens vão para as casas de prostituição e cortesãs, as japonesas cultivam seus amantes, sem carregar qualquer tipo de culpa em relação ao ato. A nova geração está começando a lutar contra as milenares tradições a incorporar o amor romântico e fiel ao cotidiano japonês.
África do Sul
Ter uma amante na África é o mesmo que brincar de roleta russa com um revólver totalmente carregado. A incidência de AIDS no país é enorme e mesmo assim, homens e mulheres acreditam que devam ter vários parceiros porque nas ruas, um homem impotente é aquele que não consegue sustentar pelo menos três relações em uma noite. A prostituição é tão forte que algumas meninas abarcam a profissão apenas no último dia do mês para conseguir arrancar algum dinheiro do pessoal que está recebendo seu salário.
Indonésia
O país de cultura muçulmana se divide em aceitar ou não a poligamia. Para alguns, a liberdade de um homem em ter até quatro esposas vai evitar que ele se torne um adúltero. Para outros, como o homem pode namorar alguém mesmo estando casado, as leis religiosas vão justamente lhe dar a chance de ter diversas relações extraconjugais. De qualquer maneira, o adultério é proibido.
China
Assim como na Rússia, na época de Mao, puladas de cerca eram uma forma de protesto, mesmo porque amar era proibido. Hoje com a distensão, a moda da concubina ou segunda esposa, voltou de vento em popa, mas o governo central já estuda maneiras de coibir a prática, criminalizando o adultério, alegando que a corrupção governamental está ligada ao fato dos políticos e funcionários públicos precisarem de mais dinheiros para sustentar as amantes.
Uma vez que o Brasil ficou de fora, resolvemos perguntar à Pamela Druckerman sua experiência trabalhando no país. Morando hoje em Paris, a jornalista concedeu uma entrevista exclusiva ao site Terra e mostrou sua visão dos relacionamentos brasileiros:
Você ficou impressionada com o assédio sexual latino e isso a motivou a buscar respostas sobre infidelidade, mas manteve o Brasil e a Argentina fora do livro. Alguma razão?
Os países latinos foram definitivamente a inspiração para meu livro. Foi aí que descobri que tinha mais interesse em pessoas do que em finanças (eu era uma jornalista financeira) e onde vi que eu era muito mais tipicamente americana do que pensava. O fato de homens casados me abordarem, o que antes eu considerava um insulto, me fascinou por ver que a mesma história - um homem trai a esposa e ela descobre - pode acontecer de maneiras diversas dependendo de onde você esteja. Eu adoraria fazer a pesquisa no Brasil e se o livro tiver uma seqüência, o país estará lá. Eu reconheço que o Brasil é um país complicado e diversificado. Apesar de seus problemas, existe algo muito positivo aí. A exuberância, a espontaneidade e a criatividade são um grande prazer do brasileiro.
Em sua experiência pessoal no Brasil, como sentiu que é a visão dos brasileiros em relação à infidelidade?
Fiquei impressionada que homens casados no Brasil se reúnem em um canto num churrasco para se gabar de outras mulheres em sua vida. Parece que isso aumenta seu prestígio entre os amigos. Eu tenho a impressão que as mulheres brasileiras são mais vigilantes e tentam evitar que seus maridos não tenham a chance de sair da linha. Nos EUA, ter um amante diminui seu status e ficamos entupidos de culpa, confusão e antidepressivos.
Você acha que o Brasil é esse paraíso sexual que os estrangeiros tem em mente?
Quando me mudei de Nova Iorque para São Paulo, descobri que a experiência de "encontros" era totalmente diferente nos dois lugares. Em NY, quando você dá seu telefone a um homem, ele vai esperar alguns dias antes de lhe telefonar para não parecer muito ansioso. Aí, vocês se verão uma vez por semana com a regra de que não há sexo até o 5º encontro. É bastante tentador. As coisas são mais diretas no Brasil. O homem brasileiro telefona no dia seguinte. Eles te convidam para almoçar no mesmo dia, e no dia seguinte, e assim por diante. Era tão intenso e estonteante que eu sentia como se fosse amor e que o rapaz iria me propor casamento em breve. Mas rapidamente como começou, acabava. Às vezes com um telefonema do tipo "desculpe e adeus". Isso quando não era só "adeus". Eu acabei aprendendo a não levar tudo isso tão a sério no final das contas.

Agora você está casada. Que lições sua pesquisa trouxe e que ajudam a você e seu marido na relação? Acredita que o certo é que no casamento não se fala mais nada que a verdade ou os franceses estão certos com seus segredos?
Meu marido adora dizer às pessoas que sua esposa é uma especialista em infidelidade, apesar de que se eu fosse realmente infiel, ele iria achar isso menos interessante. Eu me casei enquanto estava escrevendo o livro. Às vezes tudo que sei me deixa um pouco paranóica (tente passar seus dias lendo sobre infidelidade e não ser capaz de falar com seu marido quando ele está numa viagem de negócios). No geral, a pesquisa me fez menos "americana" e mais realista sobre tudo isso. Eu não mais espero que tenha de haver total transparência no casamento. Acredito que um pouco de mistério é sexy. E existem algumas coisas que eu realmente não quero saber.

Na Ponta da Língua - As linguagens do adultério do Japão aos EUA
Autora: Pamela Drucker Editora Record - 304 páginas Valor em torno de R$ 35,00

Fonte: Especial do Terra

História de amor pelo Orkut

Bom, como sou uma romântica, vi essa reportagem no G1 e compartilho com vocês! Tão lindinha...
 Eremito e Neila - (Foto: Gabriel Munhoz/Zero Hora/Ag.RBS)
Eremito Andrade Campos e Neila Fontoura Farinha se conheceram há 56 anos, em Dom Pedrito (RS). Ele estudava em um colégio de padres e ela, em uma unidade de ensino dirigida por freiras. Os dois trocaram os primeiros olhares na praça central e, após alguns dias, foram ao cinema. Ele pediu um beijo (taradooo!!rsrsrsr), ela negou. "Fui avançado para a minha época", diz ele ao G1. À noite, ela mandou um recado, dizendo que não queria namorar.
O tempo passou. Campos mudou-se para Santa Maria, entrou na Brigada Militar, foi casado duas vezes, teve três filhas e ficou viúvo. Neila permaneceu em Dom Pedrito, foi casada, divorciou-se e teve duas filhas e um filho.
Campos conta que não a esqueceu. "Tive um casamento conturbado e, por incrível que pareça, essa história me marcou e sempre lembrava dela."
Depois que a segunda mulher dele morreu, a filha resolveu criar um perfil no Orkut. No ano passado, Neila viu a foto de Campos na página de uma amiga. E mandou um recado. Nessa época, ela passava por um período de depressão, porque teve que parar de fumar. "Para ser sincera, eu nem lembro dessa história do beijo. Em nenhum momento passou pela minha cabeça algo a mais, porque tinha uma mulher abraçada com ele na foto", diz Neila. "Escrevi só 'Será que tu és o Eremito, que conheci há mais de 50 anos em Dom Pedrito?'."
Ele respondeu e os dois começaram a conversar pelo MSN. "Aí fiquei sabendo que a filha colocou a foto com a mulher dele, que morreu, em homenagem a ela. Hoje, nós dois usamos fotos juntos", afirma.
O reencontro, no mundo real, aconteceu em fevereiro deste ano. Campos logo pediu o beijo negado há 56 anos. Agora, ele se divide entre a casa de Santa Maria, onde mora com uma filha, e Dom Pedrito, onde está a namorada. E o casal tem muitos planos. Além de viagens para aproveitar o frio dessa época do ano do Sul do país, querem se casar. "Não dá para perder muito tempo", diz Neila.
Eles devem oficializar a união no ano que vem. E têm o apoio dos filhos. "Duas filhas minhas moram em outras cidades e sempre se preocupavam. Agora, tenho um companheiro maravilhoso", comemora Neila.
Fofo né?Muitas felicidades pra eles!!

Amizade Colorida é boa para o homem! Novidade?

Especialistas analisam os prós e contras da amizade colorida

Para alguns, pode parecer o relacionamento ideal. Nada de cobranças, brigas ou chantagens emocionais. Mas também não há companheirismo ou confiança, e uma das partes sempre fica com um gostinho amargo de "quero mais". A amizade colorida sempre existiu, mas nunca esteve tão na moda, dizem pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, que conduziram um estudo para descobrir porque homens e mulheres optam por manter relações casuais em vez de assumirem algum tipo de compromisso.



O resultado da pesquisa americana mostra o que ambos os sexos já sabem na prática: a amizade colorida é uma relação sem romantismo, que raramente evolui para algo mais sério e costuma deixar as mulheres extremamente ansiosas. Mas, revelam os pesquisadores, esta relação casual também traz uma boa dose de conforto e, em pessoas bem-resolvidas, ajuda a estimular a autoconfiança.



– Não condeno a amizade colorida, até porque ela pode ser útil em muitas fases da vida – diz o psiquiatra Flávio Gikovate. Ele, que defende o fim do amor romântico e a preservação da individualidade para se ter mais felicidade na vida amorosa, garante que o sexo casual entre amigos pode ser uma boa forma de aprender mais sobre si mesmo.


A psicanalista Regina Navarro Lins tem opinião parecida. Para ela, a amizade colorida pode ser uma maneira da mulher ganhar confiança sexual, já que, por ser um relacionamento mais egoísta, ela acaba prestando mais atenção no próprio prazer e passa a saber o que gosta ou não na cama. Já a terapeuta sexual Tracey Cox acredita que as mulheres que buscam um relacionamento sério devem apagar do celular os telefones dos amigos coloridos.



– É um pensamento machista, mas não deixa de ser verdade. O homem vai se desinteressar pela mulher que transa na primeira noite ou liga para ele insinuando que quer apenas uma noite de sexo – explica a terapeuta em seu recém-lançado livro "Consultório sexual" (ed. Matrix).



Bom para os homens, ruim para as mulheres
Para a psicóloga Anne Campbell, da Universidade de Durham, o sexo casual vai ser sempre bom para eles e ruim para elas. Campbell, que publicou um estudo sobre o tema na revista Human Nature do mês de junho, garante que, enquanto os homens só querem saber da parte física, as mulheres procuram o sexo casual como forma de se sentirem mais bonitas, seguras e confiantes. Mas o tiro costuma sair pela culatra. Os dados da psicóloga mostram que 80% dos homens se sentem ótimos no dia seguinte, enquanto apenas 54% das mulheres se sentiram tranqüilas com o resultado da noite.



– O problema é que, no dia seguinte, as mulheres quase sempre acabam com uma sensação de vazio e dizem que se sentiram usadas – explica a psicóloga no artigo.



A biologia também estaria por trás de parte da explicação do por que elas continuam buscando apenas sexo, acredita Campbell. As noitadas casuais seriam uma forma das mulheres buscarem homens com bons genes e, assim, terem mais chances de engravidar de um bebê saudável.
Fonte: Vida Feminina

E vocês? O que acham disso?